Respeite os ciclos da vida

CiclosNa hora de decidir
É preciso ter coragem.
Não há nada a temer.
Fechado um ciclo,
Inicia-se nova viagem
Com destino à felicidade
Maria Fernanda Reis Esteves

Hoje, gostaria de tratar, com vocês, um assunto que faz parte de nosso dia a dia: os ciclos.

Viver corresponde a ciclos: infância, adolescência, juventude, maturidade… Todos são momentos pelos quais passamos e que possuem sua magia, seu prazer e seus desafios.

A cada dia nos tornamos (ou, ao menos, pretendemos ser) pessoas melhores do que fomos ontem. E, nesse vai-e-vem de conquistas e desilusões, os ciclos vão se abrindo e se encerrando.

Vocês já pararam para refletir na magnitude que é esse movimento do Universo? Quando estamos tristes, passamos por alguma decepção ou perda, desejamos com fervor que aquele momento se passe e acabe logo. O contrário também é verdadeiro: quando estamos numa ‘maré de sorte’, quando tudo vai bem… ansiamos para que aquele momento dure para sempre.

E isso só prova que nós Não Sabemos Pedir!  Você pode estar se perguntando: “Como assim”?

Se passássemos tão rápido pelas adversidades da vida, certamente não reconheceríamos nossa força, nossa luz e potencial; se  ficássemos em um momento muito feliz de nossas vidas, com certeza deixaríamos de conhecer novas lugares, de ter novas experiências e de evoluirmos…ou seja, estaríamos estagnados, presos em uma fase que, mais cedo ou mais tarde, não teria mais nada a nos oferecer.

O sábio pensador Eckart Tolle, em seu livro ‘O Poder do Agora’, nos mostra como é importante aceitarmos o começo e o fim de cada ciclo de nossas vidas, seja ele bom ou ruim. Por ter-me feito refletir, coloco um trecho que penso que pode ser útil a vocês também:

“Todo sofrimento é criado pelo ego e fruto de uma resistência. Além disso, nessa dimensão, ainda nos sujeitamos à natureza cíclica e à lei da impermanência de todas as coisas, mas já não vemos mais o sofrimento como uma coisa ‘má’. Ele simplesmente é.

No nível da forma existe nascimento e morte, criação e destruição. Podemos ver isso em tudo: no ciclo da vida de uma estrela ou de um planeta, em uma árvore, em uma flor.

(…)

Existem ciclos de sucesso, como quando as coisas acontecem e dão certo, e ciclos de fracasso, quando elas não vão bem e se desintegram. Você tem de permitir que elas terminem, dando espaço para que coisas novas aconteçam ou se transformem. Se nos apegarmos às situações e oferecermos uma resistência nesse estágio, significa que estamos nos recusando a acompanhar o fluxo da vida e que vamos sofrer.

Não é verdade que o ciclo ascendente seja bom e o ciclo descendente seja ruim, a não ser o julgamento da mente. O crescimento é, em geral, considerado positivo, mas nada pode crescer para sempre. Se o crescimento nunca tivesse fim, poderia acabar em algo monstruoso e destrutivo. É necessário que as coisas acabem, para que coisas novas aconteçam.

(…)

Nossa energia física também está sujeita a ciclos. Teremos momentos de baixa e de alta energia. Em alguns períodos, estaremos altamente ativos e criativos, mas em outros tudo vai parecer estagnado, temos a a impressão de não estarmos indo a lugar nenhum, nem conseguindo nada. Muitas doenças são provocadas pela luta contra os ciclos de baixa energia. (…) A inteligência do organismo pode assumir o controle, como uma medida autoprotetora, e criar uma doença com o objetivo de nos forçar a parar, de modo a permitir que uma necessária renovação possa acontecer”

Reflitam sobre isso. E permita que o fluxo da vida comande os ciclos da sua existência…

Amor, luz e consciência. Sempre

Cíntia Michepud

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