Ser velho é ter preguiça de ser jovem

Ser jovem é questão de escolha de caminhos

Muitas pessoas perdem a alegria de viver porque vivem uma sensação de vazio, que acaba por tomar conta dos pensamentos e fazer com que a vida seja baseada em expectativas sobre o futuro ou sobre lembranças de um passado distante. Pode ser o aposentado que vê seus anos todos de dedicação ao trabalho sem reconhecimento, pessoas idosas ou doentes que fazem das reuniões como Natal e Ano Novo sua tábua de salvação para reunir da família, ou até mesmo aquele jovem que busca, incessantemente, o amanhã, acreditando estar lá seu sucesso.

No livro “Desperte o gigante interior”, de Anthony Robbins, uma passagem demonstra o quanto é necessário nos mantermos produtivos e acreditando em todas as possibilidades de exercermos agora o direito de sonharmos e sermos felizes, não importando a idade ou a condição que se vive.

O trecho é esse, logo abaixo:

“Duas mulheres completam setenta anos, mas cada uma assume uma visão diferente do fato. Uma “sabe” que sua vida se aproxima do fim. Para ela, sete décadas de existência significam que o corpo deve estar se deteriorando, e é melhor começar a encerrar todas as suas questões inacabadas. A outra conclui que a capacidade de uma pessoa em qualquer idade depende de sua convicção, e fixa um padrão mais elevado para si mesmo. Decide que escalar montanhas pode ser um bom esporte para se começar aos setenta anos. Durante os vinte e cinco anos seguintes, ela se devota a essa nova aventura, escalando alguns dos picos mais altos do mundo, até que hoje, na casa dos noventa anos, Hulda Crooks tornou-se a mulher mais velha a escalar o Monte Fuji.”

Como disse muito sabiamente Millôr Fernandes, “velhice é a preguiça de ser jovem”. E por conta desta preguiça há “jovens velhos” e “velhos jovens”. Espero, sinceramente, que todos se libertem desta preguiça e “se joguem” no dia de hoje com a certeza de que é o melhor dia de toda a sua vida. Desta forma, quando o futuro irresistível chegar, ele virá suave e será apenas uma conseqüência do viver levemente, acreditando no seu melhor.

Um Salve à Vida!!!

Beth Michepud

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