Afinal, para que serve um relacionamento?

Mais uma vez, vamos falar sobre os relacionamentos, mas desta vez, focados no relacionamento a dois.

A idéia é refletirmos sobre o porquê mantemos um relacionamento com alguém e para que “serve” essa relação.
O texto abaixo, cuja autoria é controversa ( Drauzio Varella ou Martha Medeiros), nos aponta alguns aspectos importantes sobre esse assunto.

Boa leitura!

Qual a definição mais simples e exata sobre o sentido de mantermos uma relação?

“Uma relação tem que servir para tornar a vida dos dois mais fácil”

Vou dar continuidade a esta afirmação porque o assunto é bom e merece ser desenvolvido.

Algumas pessoas mantêm relações para se sentirem integradas na sociedade, para provarem a si mesmas que são capazes de ser amadas, para evitar a solidão, por dinheiro ou por preguiça. Todos fadados à frustração. Uma armadilha.

Uma relação tem que servir para você se sentir 100% à vontade com outra pessoa, à vontade para concordar com ela e discordar dela, para ter sexo sem não-me-toques ou para cair no sono logo após o jantar, pregado.

Uma relação tem que servir para você ter com quem ir ao cinema de mãos dadas, para ter alguém que instale o som novo, enquanto você prepara uma omelete, para ter alguém com quem viajar para um país distante, para ter alguém com quem ficar em silêncio, sem que nenhum dos dois se incomode com isso.

Uma relação tem que servir para, às vezes, estimular você a se produzir, e, quase sempre, estimular você a ser do jeito que é, de cara lavada uma pessoa bonita a seu modo.

Uma relação tem que servir para um e outro se sentirem amparados nas suas inquietações, para ensinar a confiar, a respeitar as diferenças que há entre as pessoas, e deve servir para fazer os dois se divertirem demais, mesmo em casa, principalmente em casa.

Uma relação tem que servir para cobrir as despesas um do outro num momento de aperto, e cobrir as dores um do outro num momento de melancolia, e cobrirem o corpo um do outro, quando o cobertor cair.

Uma relação tem que servir para um acompanhar o outro no médico, para um perdoar as fraquezas do outro, para um abrir a garrafa de vinho e para o outro abrir o jogo, e para os dois abrirem-se para o mundo, cientes de que o mundo não se resume aos dois.

Aloha

Claudia Michepud Rizzo

2 comentários Adicione o seu

  1. Liindo, puro e verdadeiro!

    1. Claudia Michepud Rizzo disse:

      Olá Francine,
      Realmente o texto é muito inspirador!
      Lindo final de semana!
      Aloha

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