Ontem, hoje e amanhã

Fases da vida

Estava com um grupo de amigos nessa última semana e conversávamos sobre decisões futuras e carreira profissional. Em certo momento, um deles diz: “gente, quando a gente olha pra trás, vemos que o passado era mais tranqüilo; quando olhamos o futuro, o vemos mais fácil… Por que, então, tornamos tão difícil e complicado o presente?”

Às vezes, quando menos esperamos, nos deparados com reflexões que nunca tínhamos imaginado… Antes de tudo, é preciso que estejamos sempre abertos a ouvir os outros e aceitar o inesperado. Essa, acredito eu, é uma lição que pode tornar nossas vidas mais suaves e muito mais gostosas de viver. Do mesmo jeito que uma reflexão chega sem avisar, a pessoa que te sorriu no meio da rua pode se tornar um grande amigo, o funcionário que te dá bom dia todas as manhãs pode abrir portas no futuro e um convite legal pode surgir de onde menos se espera.

Saber lidar com o imprevisível, aceitá-lo e até desejá-lo se torna uma dádiva quando esta atitude tem o poder de diminuir nossa ansiedade. Ansiedade, expectativa, frustração, mau aproveitamento do tempo. Esses quatro fatores, na maioria das vezes, andam juntos… um puxa o outro e, se não formos capazes de quebrar este ciclo, nos sentimos como se lançados em um carrossel acelerado sem saber porque e nem como fomos parar lá.

Falar da importância de se manter equilibrado e de aceitar as surpresas do Universo não era a intenção inicial deste post. Quando iniciei este texto, comentei sobre uma frase lançada por um amigo sem grandes preocupações. Agora, pergunto a vocês: realmente faz sentido, não faz? Se olharmos para trás, um ar de nostalgia nos acomete e aquela sensação de ‘puxa, eu era feliz!” sempre aparece; olhamos o futuro como algo mais sereno…’aí sim, serei feliz’. Ok. Mas e o seu presente? O que é que você tem feito dele?

A questão é que somos acostumados a não dar valor àquilo que temos. Se lá trás, tínhamos mais tempo, brincávamos na rua e nossa única preocupação era alguma intriguinha sem importância entre colegas de escola, hoje, temos mais maturidade e mais consciência da nossa luz e do nosso poder. Se no futuro queremos uma vida mais tranqüila, família, mais dinheiro ou seja o desejo que for, hoje, com a independência que temos, certamente, temos mais energia do que quando tivermos 10 ou 20 anos a mais.

Claro que é importante sermos grato ao passado e planejar e visualizar a concretização de nossos sonhos, porém, se era tão mais ‘fácil’ lá atrás e lá na frente as coisas parecem ser tão mais tranqüilas, por que complicar agora, se é no agora que estamos vivendo?

Tudo se resume a uma constatação: é no hoje que temos o tão valioso poder de escolha. É hoje que podemos escolher sermos felizes ou reclamarmos da vida. É hoje que podemos lamentar um relacionamento mal sucedido ou inexistente ou agradecer pela oportunidade de desenvolver o amor-próprio e a independência emocional. É hoje que podemos resmungar o inicio de uma segunda-feira ou agradecer ao Universo pelo trabalho, pelo estudo ou simplesmente por mais um dia que nasce trazendo inúmeras oportunidades de sermos felizes e nos desenvolvermos enquanto seres humanos e seres de luz.

É somente agora que podemos atuar. Cabe a você decidir se, no teatro da sua vida, o tema da peça será um drama ou um documentário bem maçante e sem graça… ou uma comédia leve, suave e com um (surpreendente) final feliz.

O que você escolhe hoje?

Amor, luz e consciência. Sempre

Cíntia Michepud

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