Emoção da primeira vez…

Existem dias que temos preguiça de quebrar qualquer rotina (pode ser até gostoso e cômodo), mas isto certamente deixa nosso dia estacionado… então nada muda, nada acontece e simplesmente passamos por mais um dia sem vivê-lo. Veja como pode ser edificante “darmos um susto” em nós mesmos!
O texto “Emoção da primeira vez” de Yehuda Berg nos dá uma sugestão de como fazê-lo. Espero que gostem!

“Será que causei algum impacto hoje?” É importante perguntar a si mesmo: “Estou causando algum impacto no mundo com tudo o que faço? Estou fazendo a diferença?”

As únicas coisas que nos impedem de ter esses pensamentos são: 

1) achar que temos “o direito de” e

2) “apegos”.  

O direito” é o que nos faz pensar que estamos muito cansados para compartilhar; e os apegos nos dizem que outros podem fazer aquilo – nós não somos os únicos a ter que carregar o mundo. Achar-se “no direito de” é toda situação em que bloqueamos as possibilidades de algo acontecer, porque achamos que sabemos ou enxergamos as coisas da forma correta. Alguns podem confundir isso com auto-estima.

O que são apegos? Seus dias estão repletos deles! São as coisas que você não escolhe fazer, mas faz por hábito, desde a pasta e a escova de dentes que você usa até acordar em um determinado horário de manhã ou comer as mesmas comidas. Apego é sentar-se no mesmo lugar na sala todos os dias, sair com as mesmas pessoas, ir aos mesmos restaurantes…

Como nos livrar desse sentimento de achar que se tem “o direito de”? Abra mão do que você acha que sabe ou merece…
Como nos livramos dos apegos? Abra mão de algo que você faz o tempo todo. Escolha um apego e mude-o. Faça algo que você jamais faria, pare de se comportar da mesma forma – saia de você mesmo. Por quê? Para que você receba mais do que tem em sua vida neste momento. Se você não está vivendo a vida que deseja viver, é porque os “direitos” e “apegos” estão impedindo que você mude – que deixe sua zona de conforto.
Meu pai e mestre, o Rav Berg, gosta de dizer: “Os navios ficam mais seguros quando permanecem no porto, mas não é para isso que são construídos”.
Encontramos motivos (negação, medos) para não compartilharmos e para não sairmos de nós mesmos. No entanto, precisamos saber  que: Se perdermos nossos “direitos” e “apegos”, podemos obter controle e conseguir coisas que achávamos que não poderíamos ter.
É hora de sair do processo de “cozinhar seus miolos”; de ficar refletindo sobre as coisas o tempo todo. Saia da sua cabeça! Você encontrará todos os motivos para não fazer algo, se ficar refletindo muito sobre aquilo.
Seja simples. Faça. Aja. Mova-se.”

Um Salve à vida!!!

Beth Michepud

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