Declaro-me vivo!

E mais um dia se inicia e você, com o poder do livre arbítrio que lhe foi concedido, tem o poder de decidir entre amar a vida e reconhecer as bênçãos que possui ou duvidar do seu caminho, ficar preso ao passado e inseguro com o futuro. O que você escolhe?
O texto abaixo, do índio ”Chamalú” – tribo Quéchua nos faz relembrar que é amando, primeiramente sua própria essência, que alcançamos a felicidade e que a maneira como damos cada passo é o que, verdadeiramente, importa na caminhada.
O que vem lá na frente? Não sabemos. Mas temos a certeza que aqui e agora estamos no nosso melhor.

Vamos refletir?

“Antigamente me preocupava quando os outros falavam mal de mim. Então, fazia o que os outros queriam e a minha consciência me censurava.
Entretanto, apesar do meu esforço para ser bem educado, alguém sempre me difamava. Como agradeço a essas pessoas, que me ensinaram que a vida é apenas um cenário!
Desse momento em diante, atrevo-me a ser como sou. A árvore anciã me ensinou que somos todos iguais.
Sou guerreiro: a minha espada é o amor, o meu escudo é o humor, o meu espaço é a coerência, o meu texto é a liberdade.
Perdoem-me, se a minha felicidade é insuportável, mas não escolhi o bom senso comum. Prefiro a imaginação dos índios, que tem embutida a inocência.
É possível que tenhamos que ser apenas humanos.
Sem amor nada tem sentido, sem amor estamos perdidos, sem amor corremos de novo o risco de estarmos caminhando de costas para a luz. Por esta razão é muito importante que apenas o amor inspire as nossas ações.
Anseio que descubras a mensagem por detrás das palavras; não sou um sábio, sou apenas um ser apaixonado pela vida.
A melhor forma de despertar é deixando de questionar se nossas ações incomodam aqueles que dormem ao nosso lado.
A chegada não importa, o caminho e a meta são a mesma coisa. Não precisamos correr para algum lugar, apenas dar cada passo com plena consciência.
Quando somos maiores que aquilo que fazemos, nada pode nos desequilibrar. Porém, quando permitimos que as coisas sejam maiores do que nós, o nosso desequilíbrio está garantido.
É possível que sejamos apenas água fluindo; o caminho terá que ser feito por nós. Porém, não permitas que o leito escravize o rio, ou então, em vez de um caminho terás um cárcere.
Amo a minha loucura que me vacina contra a estupidez.
Amo o amor que me imuniza contra a infelicidade que prolifera, infectando almas e atrofiando corações.
As pessoas estão tão acostumadas com a infelicidade que a sensação de felicidade lhes parece estranha.
As pessoas estão tão reprimidas que a ternura espontânea as incomoda, e o amor lhes inspira desconfiança.
A vida é um cântico à beleza, uma chamada à transparência.
Peço-lhes perdão, mas…
Declaro-me vivo!”

Amor, luz e consciência. Sempre.

Cíntia Michepud

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