Do Pensador à Buda

O texto de hoje, de Wagner Borges, traça um paralelo entre a escultura O Pensador, de Rodin e as estátuas relativas à Buda. A comparação é bastante interessante.

Vamos à leitura?

A escultura “O Pensador”, do artista francês Auguste Rodin (1840-1917), é famosa no mundo todo. É um ícone da cultura ocidental. Reflete bem o homem moderno, pensativo, inventivo, tecnológico, que descobre coisas e domina o mundo material com suas capacidades intelectuais. Porém, também reflete o homem estressado, pois seus ombros estão curvados sob o peso da mente angustiada e perdida em si mesma. Ele é senhor das coisas do mundo, mas não é senhor de si mesmo!

Em contrapartida, as estátuas relativas à Buda sempre o mostram em posição serena e com os ombros descansados. Ele é um ícone de luz e sabedoria e representa o coração do homem em paz consigo mesmo.

O Amor é capaz de transformar “O Pensador” de Rodin em Buda, ou seja, é capaz de pacificar a mente na luz do coração espiritual e equilibrar o homem em sua jornada pela existência infinita.

 “Nada acontece por acaso !
Ninguém é novo na existência eterna.
Alguns encontros de agora são reflexos de encontros de outrora…
A lei de afinidade rege os encontros.
Um lugar é o que se faz dele.
O clima espiritual reflete os objetivos.
E esses apresentam as qualidades inerentes…
As cores serão sempre aquelas do que se busca.
As energias, o espírito real manifestado no ambiente.
Um cantinho de paz é um pedaço do Céu na Terra.
O respeito diante dos objetivos faz o sol acontecer na casa.
A postura de agradecimento e humildade faz o coração tocar outros corações…
Serenidade e toques sutis fazem bem a todos
O Amor é capaz de transformar o pensador de Rodin em Buda

 Om Sattva! ”

Nota:

Buda – do sânscrito – O Iluminado; Aquele que despertou! Palavra derivada de “Buddhi”, que significa “Iluminação Pura” ou “Inteligência Pura”. Ou seja, quem alcança o estado de Buddhi, torna-se um Buda, um ser iluminado e desperto.

Sattva – do sânscrito – equilíbrio, pureza. Tudo o que se refere a sattva é considerado sattvico. Exemplos: paz interior, equilíbrio emocional e energético, sentimentos elevados, lucidez, discernimento e manifestações equilibradas.

Um Salve à Vida!!!!

Beth Michepud

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2 comentários Adicione o seu

    1. Beth Michepud disse:

      Obrigada Ana Paula!
      É muito gratificante saber que gostou.
      Muita Luz e fique na Paz!!!
      Beijos

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