Mais silêncio do que ruídos

“Eu gostaria muito que vocês compreendessem o que vou lhes dizer hoje.

Nosso grande e maior desafio neste momento é elevarmos a nossa frequência, mesmo em meio à forte densidade que nos envolve. Ouvindo uma live do professor Luiz Antônio P. Valle, encontrei um importante esclarecimento sobre esse tema, que acredito ser um mal entendido de muitos.

Segundo ele, “elevar a frequência” não significa um aumento numérico em Hz, como muitos podem pensar. Elevar sua frequência tem a ver com “aproximar-se da Fonte Criadora” , que está relacionada à paz, suavidade, ondas mais lentas. Mais lentidão do que exaltação. Mais silêncio do que ruídos.

Percebam o seguinte: nós fomos socialmente ensinados a nos voltar para fora, em busca de prazeres, de estados exaltados e múltiplas interações, em detrimento do simples estar, do silêncio, da contemplação e da paz, que é o que de fato eleva nossa frequência, e que encontramos apenas ao nos aquietarmos e explorarmos nosso mundo interior.

Há uma distorção que nos empurra para fora, para a extroversão, desvalorizando a quieta profundidade dos que caminham tranquilos, muitas vezes sós, em meio à multidão.

A felicidade que conseguimos sentir neste plano de consciência de terceira dimensão, mesmo para os mais evoluídos entre nós, é parcial e volátil, limitada pelos véus que nos envolvem.

Não consegue sequer se aproximar da alegria genuína e constante que poderemos experienciar ao nos elevarmos para planos superiores de consciência.

É compreensível então que, mesmo quando temos uma frequência elevada, sintamos uma espécie de nostalgia, uma sensação de incompletude.

É natural que assim seja.

Isso não quer dizer, de forma alguma, que devamos desistir da vida. O segredo é “estar aqui, mas saber que não somos daqui”, aceitando a incompletude desta experiência.

Estamos numa viagem, evoluindo a cada passo, já cansados e com saudades de casa. Ainda assim, há lições a serem aprendidas, há pessoas ao nosso redor a serem amadas, há uma escuridão a ser iluminada.

Que sejamos essa luz! E que esse compromisso nos ajude a encontrar um propósito maior, que dê sentido aos nossos dias.” (texto de Patricia Gebrim)

Luz e Paz

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