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Olá, felicidade real!

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Nos ensinaram que tínhamos que sonhar grande. E isso é sensacional! Nos ensinaram que devíamos desejar as maiores conquistas. E eu concordo genuinamente com isso! Nos ensinaram que o céu é o limite mas poucos tiveram o cuidado de nos ensinar que a vida corre o risco de se tornar insuportavelmente frustrante se não tivermos Equilíbrio.

Claro que é maravilhoso concluir uma faculdade, conseguir uma promoção, ver o filho nascer, bater ‘aquela’ meta no trabalho. Mas se pensarmos na proporção de tempo que esses acontecimentos tomam em nossas vidas, veremos que o nossos motivos de felicidade não ocupam nem 50% de nossa existência. Longe disso!

Quando digo que precisamos de equilíbrio, afirmo que é importante sonhar grande e querer sempre mais…ter ambição saudável e metas claras. Mas é essencial valorizar a caminhada, os presentes da vida. Sorte de quem tem aquela sábia avó, típica de lendas antigas, que nos ensina que junto com os sonhos grandes devem vir juntos os sonhos reais. Junto com os maiores desejos, devemos semear aqueles que estão próximos de nossas mãos.
Aprenda a celebrar cada conquista e a se autovalorizar. Aprenda a identificar felicidades diárias, embora pequenas. Se empenhe em aumentar aqueles 50% de motivos felizes na sua existência. Como?

Comece hoje! Valorize sua família, um pequeno projeto entregue, um carinho recebido do parceiro. Sinta-se feliz por ser amado(a) por alguém, pelo amigo que te mandou mensagem hoje ou pela refeição gostosa que você pôde fazer.

Todos os dias, a partir de hoje, busque motivos para ser feliz. Aproxime a felicidade da sua rotina e a torne menos ‘interplanetária’ e distante e afaste cada vez mais o risco iminente de se tornar mais um cidadão frustrado em meio à multidão.

Amor, luz e consciência. Sempre.
Cíntia Michepud

E você: quer ser feliz ou ter razão?

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Havia um garoto. Ele andava tranquilo pela estrada da sua vida e percorria um caminho reto, gramado, cheio de verde e flores. Passava pelas janelas do seu trabalho, do seu papel como amigo, como jovem pai até que um dia ele se deparou como uma bifurcação. O caminho, antes sem opção de escolha, lhe perguntava: você quer ser feliz ou ter razão? Essa escolha passou a ficar cada vez mais constante na sua estrada e aparecia, na maioria das vezes, em momentos de discussões ou divergências de opiniões com pessoas próximas.
Teimoso, o garoto escolhia ter razão. E, cada vez que conseguia ultrapassar os obstáculos que ora eram poças d’água, ora arames e troncos, se sentia vitorioso e orgulhoso de si mesmo que seguia triunfante pela estrada da razão.

Cego com seus desafios e artimanhas para superar os obstáculos, o garoto não percebia que a estrada já não tinha mais gramados, nem uma flor sequer. Os raios de sol que iluminavam suas relações estavam cada vez mais tímidos e era cada vez mais comum um amanhecer nublado, às vezes com garoas incômodas.
Em um dia qualquer, ele acordou cansado e, novamente, havia logo à frente uma porta velha com galhos soltos e altos bloqueando sua passagem. Ele, sem energia, pensou em pedir ajuda aos seus amigos e familiares mas as janelas e portas que davam acesso à eles estavam distantes, umas 2 horas distante, no mínimo. Nesse momento ele se deu conta de quão cinza estava sua estrada: sem vida, sem graça. Ele tinha razão, vencia qualquer discussão e era o rei da dialética. Mais nada.

Essa história pode ser a de qualquer um de nós, não é mesmo? Quantas vezes não prolongamos discussões e ‘vamos até o fim’ até sairmos vitoriosos do embate? Quantas vezes não estragamos uma saída, um encontro ou uma programação porque algo não saiu como gostaríamos e, então, passamos a querer explicações e justificativas desgastantes para o ocorrido? No ambiente de trabalho, até que ponto vale brigar e gastar energia para defender um projeto ou opinião?
Entendo que para tudo há um limite e, para mim, esse limite é atingido quando ele ameaça a minha paz de espírito e o meu equilíbrio de vida. Se a briga no trabalho tiver que ser grande a ponto de me fazer chegar em casa e ignorar o amor que minha família tem para mim, repenso. Se eu preciso pontuar algo para alguém próximo e eu sei que vai impactar todo o dia que vem pela frente, reflito.

Sei que às vezes somos levados pelo dia a dia e repensar e refletir não é algo tão simples de se fazer, porém, acho um desafio importante para escolhermos encarar. Acredito que não vale a pena colocar nossa felicidade em jogo para termos razão em todas as conversas, sejam elas com o marido, namorada ou em uma mesa de bar.

Parece trivial, como se já fizéssemos isso naturalmente, escolher a estrada de gramado verde e raio de sol. Em um lado poético, se perguntarmos se as pessoas preferem ser felizes ou ter razão, ouviremos um brado que é óbvio, ‘eu prefiro ser feliz’. O que acontece é que muitas vezes isso não sai do discurso e, no primeiro desentendimento com o namorado, na primeira briga com a mãe ou na primeira divergência com o chefe, lá vem nosso ego cheio de razão pronto para brilhar e colocar em prática seus discursos e conhecimento que o farão ganhar mais ‘uma batalha’.
Essa reflexão é diária, para não dizer de hora em hora. A qualquer momento podemos nos deparar com a bifurcação na estrada: que tenhamos sabedoria de saber a hora de insistir em uma opinião e a hora de abrir mão da razão para sermos felizes em uma relação e com nós mesmos. E que tudo isso aconteça antes da estrada estar nublada – e fria demais.

E você: quer ser feliz ou ter razão?

Cíntia Michepud

Hoje eu quero ficar sozinho

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Hoje eu quero ficar sozinho, assim, como se não houvesse nada mais além de mim.
Hoje eu quero ficar sozinho. Há tantos pensamentos, dúvidas e certezas, anseios e planos que se faz necessário o silêncio para ordená-los. Ou simplesmente para calá-los por um instante.

Hoje eu quero ficar sozinho. Sem relógios, sem calendários, sem alertas no celular. Quero que o mundo cheio de compromissos dê um tempo, tempo que só eu mesmo posso me dar.

Hoje quero ficar sozinho mas para mim e não para os outros. Não quero postar no facebook meus planos de um dia só. Sem planos ou cronograma vou seguir as vontades da minha personalidade e do meu corpo. Esqueço da ‘hora de comer’, do trabalho para entregar, dos nutrientes de cada alimentação.
Hoje eu entendo que ficar sozinho é diferente de estar só. Quero esse tempo de plenitude para reencontrar a personalidade que guia minha alma, ou a alma que guia minhas ações. Esse tempo me permite relembrar que o agora é o único tempo em que posso viver. Deixo para trás a felicidade postergada dos meus planos futuros para reencontrar o que me faz feliz nesse instante. Esqueço-me por um momento dos grandes projetos e me reconheço preenchida de alegria ao caminhar ao sol da manhã, brincar com cachorros, ver minha série favorita ou cozinhar aquele doce que a dieta não me permitia.

Hoje eu quero que as pessoas entendam que querer estar só por um momento não é sinônimo de ingratidão com toda a vida que nos cerca ou indícios de depressão. Pelo contrário: estando só, descubro a que de fato sou grato, o que me importa e o que desenha o sorriso sincero no meu rosto.
Quando estamos só, podemos tirar todas as crenças, imposições, personagens e máscaras que inevitavelmente carregamos na mala. E que leve que fica caminhar! Se sorrio, é sincero e não por um necessidade social de ser gentil. Se por sua vez é o mal humor que me visita naquele momento, simplesmente aceito-o e não me forço a ser agradável, tampouco me preocupo em mensurar minhas palavras para evitar magoar alguém que amo – a grande mágica desse instante é que por deixar esse sentimento desarmônico fluir, ele simplesmente passa, se vai como as águas de um rio.

Que saibamos ouvir quando nossos corações pedem um tempo para si próprios. Que paremos de nos autojulgar obrigados a estar sempre acompanhados e com dezenas de compromissos diários para mostrar ao mundo o quanto você está sendo bem-sucedido nos diferentes campos da vida. E que esse tempo só, nos faça renascer mais alegres, reencontrados com nosso amor infinito que mora dentro de cada um e certos de que a felicidade não mora fora ou em outra pessoa mas, sim, dentro de nós.

Por fim, que essa breve passagem apenas com nossa companhia seja mais rica que qualquer viagem para que, qualquer viagem seja mais bem vivida que qualquer compromisso imposto pela sociedade.

Amor, luz e consciência. Sempre.
Cíntia Michepud

Porque descontar em quem nos ama não faz sentido!

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É na nossa casa que muitas vezes nos sentimos bem. Nela encontramos nossas coisas, nosso espaço, nossa energia… aquela que reconforta, acolhe, energiza. Podemos encontrar nossos familiares ou simplesmente aquele cantinho que é ‘tão nosso’. Naqueles dias em que nos sentimos estressados ou desernegizados, sonhamos com a possibilidade de voltar para onde restabelecemos nossa harmonia.

Mas, essa busca de energia, muitas vezes não é física. Ela extrapola as paredes físicas e, é no abraço do parceiro, em uma conversa com um amigo ou na palavra dos pais que encontramos o que de fato nossa alma procura: paz! Tem gente que tem cheiro de lar, olhar adocicado, voz acolhedora e um poder indescritível de espantar qualquer ‘fantasma’ de nós! Com elas, nossos problemas tomam a sua real proporção e, se a solução não surge como mágica nesse ambiente tranquilo, o abraço reconforta e, sem palavras, diz que o tempo passa e que tudo vai acabar bem.
Mas agora me respondam: porque é justamente nessas pessoas que descontamos nossa irritação, nossa raiva, nosso mal humor? Logo nessas pessoas que só tem amor e carinho por nós?

Imagine uma situação hipotética: você teve um dia cheio no trabalho. No retorno para casa, à caminho de reencontrar a namorada, o esposo, os pais ou os filhos, você recebe um e-mail estressante ou uma ligação grosseira. Ao chegar em casa, não importa o convite para brincar do filho, o abraço amoroso da namorada ou a conversa do dia a dia que sua mãe queira compartilhar: você ignora, pede um tempo, se irrita… e o abraço não é correspondido. A brincadeira, fica para amanhã. O dia dos seus familiares, ficou para trás junto com algumas ‘alfinetadas’ que você disparou no caminho em quem mais ama.

Agora honestamente, olhando de fora, isso faz algum sentido? Mas é o que mais fazemos, não é mesmo?

Trouxe essa reflexão para convidar a todos a fazer do nosso universo particular um lugar com mais amor. Ninguém tem culpa dos fatores externos que te tiraram do eixo. Ninguém é responsável por você ter se permitido desequilibrar por conta de um e-mail, de uma reunião ou de um telefonema. Compartilhar é essencial, torna a vida mais leve mas, tendo consciência disso, podemos receber o amor de nossos queridos, o antídoto mais potente para qualquer stress do dia a dia contudo, assim como precisamos estar abertos para nos deixar contaminar por ódio, inveja e harmonia, devemos estar abertos para receber o amor de quem nos quer bem.
Pensem nisso. Eu vou pensar (e começar a agir) por aqui também!

Amor, luz e consciência. Sempre!

Cíntia Michepud

É apego? Ou amor genuíno?

Para quem já tem um parceiro ou parceira, casados há muito ou pouco tempo ou para quem busca aquela pessoa para acompanhar nessa jornada, esse vídeo é incrível.

Jetsunma Tenzin Palmo, uma budista de 71 anos que viveu em um retiro completo de isolamento por 12 anos no Vale dos Himalaias, nos fala sobre a diferença expressiva do amor genuíno e do apego. Nos 4 minutos de vídeo, a mestra do budismo tibetano fala com muita calma e doçura na voz que estamos fazendo uma confusão imensa entre a ideia de amor e apego. Não há como não se identificar. Não como não refletir.
Você realmente ama a pessoa que está ao seu lado? O seu desejo é que ela a faça feliz ou você deseja a felicidade de seu companheiro independentemente das decisões que ele tomar? Jetsunma defende que as pessoas deveriam se unir já se sentindo preenchidas por si mesmas, ao invés de esperar que o outro preencha essa sensação de bem-estar que elas não têm sozinhas.

Há como discordar?

Entre questionamentos sinceros e suaves citações de príncipes encantados e Cinderelas, a mestra compartilha um importante ensinamento.
Assista ao vídeo na íntegra clicando no vídeo abaixo (a legenda pode ser ativada na tela do vídeo, no canto inferior direito).

E boa reflexão!

Amor, luz e consciência. Sempre.
Cíntia Michepud

O melhor lugar do mundo…

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…é dentro de um abraço ♪ ♫! A música do Jota Quest é clara: não há melhor lugar para se estar do que dentro de um abraço. Ele conforta,  consola alguém carente, dissolve sofrimento, compartilha alegrias!

Em 2004, um australiano chamado Juan Mann iniciou uma campanha de ‘Free Hugs’ (Abraços Grátis) pelas ruas da capital de seu país por acreditar que essa ação é capaz de deixar as pessoas mais felizes. Desde aquele ano, todo o dia 22 de maio passou a ser celebrado o Dia do Abraço, dia em que através do enlace de dois corpos, carinhos, conquistas, dores e sonhos são divididos, amenizados ou potencializados.

Dizem os orientais que ao abraçarmos alguém que amamos devemos inspirar e expirar três vezes para que, dessa forma, sua felicidade se multiplicará pelo menos dez vezes. Eu acredito no poder do abraço e, independentemente de abraçarmos por 3 segundos ou 2 minutos, acredito que essa atitude revigora, conforta, acalma e pode, sim, mudar o dia de alguém.

Desde criança eu falava: ‘prefiro abraço do que beijos’. Hoje, consigo justificar a minha escolha: um abraço não pode ser falso; um abraço exige que você se desarme, baixe a guarda e sinta a outra pessoa; em um abraço, com um pouco de sensibilidade, você consegue sentir de fato qual a energia que está sendo recebida. Quer um exemplo?

Lembre-se de algum aniversário que você comemorou. Agora lembre-se dos abraços que você recebeu de ‘Feliz Aniversário’. Aposto que você se lembrará daquele abraço caloroso que você recebeu da sua mãe ou de um amigo muito querido…e daquele abraço ‘por obrigação’, dado por protocolo por algum vizinho ou colega de trabalho. A diferença é clara, não é?

Aproveito para compartilhar uma curiosidade: os cientistas e médicos também já descobriram o poder do abraço. Há vários estudos científicos sobre o tema: do poder de cura à terapias do abraço. A empresa T-Ware, localizada em Singapura, desenvolveu a primeira jaqueta capaz de oferecer o mesmo conforto de um abraço a crianças diagnosticadas com autismo. Pesquisadores, engenheiros e cientistas acreditam que a peça pode reduzir a ansiedade quando não for possível o contato com os pais. Para eles, o objetivo dessa jaqueta terapêutica é ajudar os pacientes através de estímulos enviados via smartphones, acalmando o paciente e detectando sinais de hiperatividade.

jaqueta autista

Para mim, abraço é mágica! É entrega, respeito…é coração falando com coração! E os efeitos são os mesmos, não importa se você é adulto, criança, autista, solteiro ou idoso.

Então, nessa sexta-feira, não esquece de abraçar (com verdade) as pessoas que você ama! Aproveito e abraça na sexta, hoje, depois de amanhã… eu adotaria essa prática de abraçar com alma e coração todos os dias. Faz um bem enorme, você vai ver!

Feliz Dia do Abraço!

Amor, luz e consciência. Sempre!

Cíntia Michepud

Muda a atitude, vai?!

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Por que essa busca incessante pelo extraordinário quando, provavelmente, você já o alcançou?
A cada novo dia nos colocamos centenas de metas e vamos buscando-as, muitas vezes, sem prestar atenção no caminho. Desenhamos um objetivo e traçamos a rota para atingi-lo: de ser feliz simplesmente (e aqui é necessário entender se ‘ser feliz’ é para você ou para os outros).
Cada um de nós tem uma vontade maior, aquela que brilha no topo da nossa lista de pedidos e desejos.

O problema do ser humano é que ele não sabe valorizar o caminho. Estamos vivendo em uma sociedade que está tão ocupada em buscar o extraordinário, compartilhar, provar pro mundo que é feliz… que esquecemos de uma das coisas mais básicas da nossa existência: a gratidão.

Tudo bem que você pode não ter sua saúde 100%, pode ter terminado um relacionamento a contragosto ou não conseguir comprar uma casa agora. Mas você já parou para agradecer e abençoar o que você já tem? Certamente não. Você já agradeceu seu corpo que proporciona sua mobilidade e sua interação com o mundo? Ou sua visão que te traz cores e luz todos os dias? Reconhece que mora numa casa segura e quentinha? O quanto você já não conquistou nos seus estudos ou na sua vida profissional? E todas as pessoas que você conheceu ao longo do caminho? Algumas delas certamente, hoje, são essenciais na sua vida, não?

Pois é! O que parece ser ‘mediano’, ‘normal’, se dilui frente à nossa visão deturpada de uma felicidade que só será alcançada quando x ou quando y acontecer.

Aqui eu entendo que temos duas importantes reflexões: essa felicidade extraordinária não vai chegar nunca: quando você tiver a saúde perfeita, vai querer mudar de casa e não terá dinheiro; quando tiver dinheiro e conseguir mudar de casa, vai querer mudar de emprego; quando conseguir um emprego, vai querer casar… E assim vai, até o fim dos nossos dias. E benção que é assim!!! A vida é movida por vontades – uma termina e outra começa, acompanhando o nosso próprio desenvolvimento e maturidade.

A outra questão é que precisamos nos policiar para deixarmos de sair todos os dias com um leve sentimento de frustração interna em função da busca do topo da nossa lista de desejos e começarmos a valorizar o que temos e o que já conseguimos até então.
De forma alguma estou dizendo para deixarmos de desejar o objetivo maior. Mas que passemos a reconhecer cada pequeno passo e conquista em direção à ele e todos os presentes extras que a vida nos dá pelo caminho.

Poxa, não é tão difícil assim! E o bem que isso vai gerar trará somente coisas positivas para você e para as pessoas à sua volta! Gente feliz, atrai felicidade! Gratidão constante mostra pro Universo que o que ele está nos enviando é aceito e reconhecido com o coração aberto e cheio de amor, permitindo que sua vida se torne um caminho aberto para receber cada vez mais e mais bênçãos.

Mudança de atitude é uma coisa pessoal. Só depende de você. Começa hoje vai?! Por um mundo melhor…seu e para todos à sua volta.

Amor, luz e consciência. Sempre.

Cíntia Michepud

 

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